O pisco-de-peito-ruivo (Erithacus Rubecula) tem 13 cm de comprimento. Alimenta-se de insectos. Nidifica em arbustos. Sobretudo invernante. Alguns permanecem todo o ano. Canto espectacular.Foto SPEA
IBÉRIA RECONQUISTADA
Inserido no Projecto "Jardim Vivo", dinamizado pela Associação de Moradores de Nova Oeiras, de que faço parte, temos desenvolvido um trabalho de classificação ornitológica das aves residentes em Nova Oeiras ou, das que sendo migratórias, por aqui nidificam ou passam grande parte do ano. Para além disso foram também colocados 30 caixas-ninho, para as espécies com dificuldade em nidificar e uma sinalética espalhada pelo bairro adquada à identificação das espécies. Este trabalho tem sido desenvolvido em colaboração com a SPEA (Sociedade Portuguesa Para o Estudo das Aves), indispensável na área científica, e tem o apoio da Junta de Freguesia de Oeiras. Este ano vamos tentar editar um livro com as ilustrações e bilhete de identidade de cada espécie. Neste momento estão identificados 31 espécies. Por antecipação, aqui vos deixo, em primeira mão as fotos. Uma por dia.
EPISÓDIO VI
O Éden era um jardinzinho amoroso onde tudo era permitido, até que um dia… uma mulher (sempre elas) comeu o ”fruto proibido”. Um fruto que deu aos pobres hominídeos acesso à ”Árvore do Conhecimento“. Há antropólogos que defendem ter sido o consumo sucessivo desse fruto que nos aumentou a capacidade craniana para os actuais 1500 cm3, dada a dimensão da pedrada, tornando-nos animais racionais (!?).
Em 27 de Janeiro de 1668, D. Pedro, com esta cara e tudo, é jurado, pelas Cortes de Lisboa, regente e herdeiro do seu irmão Afonso VI, entretanto aprisionado no seu quarto. Poucos meses depois, D. Pedro casa com a mulher do irmão, Maria Francisca de Saboia, cujo casamento, por alegada não consumação, fora anulado com suspeitosa rapidez. O rei Afonso é removida para a ilha Terceira, nos Açores, e novamente trazido para o Palácio de Sintra, onde os seus passos ficaram marcados no chão do único quarto que conheceu até à morte (1683). A verdade é que Afonso era hemiplégico, doença que lhe afectava parte do corpo e também o raciocínio. D. Pedro teria sido forçado ao golpe palaciano. A sua regência durou até à morte do irmão. Só então foi rei.
EPISÓDIO V
A CRISTANDADE EM MARCHA
EPISÓDIO IV
David Cerny, autor da polémica escultura "Entropa" encomendada pela presidência Checa e exposta em Bruxelas, comprometeu-se a reembolsar as verbas que lhe haviam sido atribuídas pelas autoridades checas. O artista reconheceu ter enganado o governo do seu país ao realizar sozinho a obra em lugar de, como estava previsto, apresentar uma obra colectiva assinada por 27 artistas dos 27 países da UE. Vai assim ter de devolver os 75 000 euros de subsídio, mais as verbas de transporte, 50 000 euros. Não se sabe se vai também devolver os cerca de 400 000 euros recebidos de mecenas privados.
Em nome do Roberto Barbosa quero agradecer a todos os que votaram na fotografia candidata ao melhor Varal de 2008 no blogue “Varal de Ideias”. A fotografia do Roberto obteve 53 votos. Com 78 votos ganhou a fotografia de João Menéres a quem quero dar sinceros parabéns. Uma fotografia tecnicamente perfeita, esteticamente equilibrada e plena de ironia. Ao Eduardo, os meus agradecimentos pela oportunidade de participar nesta final, ainda que indirectamente.
Não tendo sido colonizada pelos portugueses nos anos que se seguiram à descoberta do Brasil em virtude da hostilidade dos indígenas Tamoios, a baía de Guanabara foi ocupada por colonos franceses, sob o comando de Nicolas de Villegagnon. Ali tentaram instalar a “França Antártica” (1555-1567). A expedição e instalação francesa tiveram o apoio muito directo do ministro Gaspar Coligny. A instalação inicial deu-se na ilha de Serigipe, onde foi construído o Forte Coligny, estendendo-se depois para terra, ocupando a zona entre a actual praia do Flamengo (onde desagua o Rio Carioca) e o outeiro da Glória. Aí, os franceses iniciaram a construção de uma cidade, Henriville, em homenagem ao rei Henrique III e que poderia vir a servir de refúgio aos protestantes huguenotes perseguidos em França. Cidade rudimentar que logo foi destruída pelos portugueses, dela não há vestígios hoje em dia.