30.6.15

IMAGINI - II

 








Muito concorrido, o evento começou ao contrário. Primeiro veio o Porto de Honra e depois é que foram os discursos. Talvez por isso, estava tudo animado e os oradores foram rápidos e sucintos, como convém nestas coisas. A reportagem é da Fernanda que eu, como se pode ver, estava no uso da palavra. Francamente eu não faria melhor.

IMAGINI - I

 



Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto. Um ambiente nobre e sério, numa descontração que só o bom vinho do Porto confere. Obrigado a todos os que colaboraram, na pessoa do seu Presidente, Manuel Cabral.

28.6.15

LANÇAMENTO 2º FEIRA (18H) NO PORTO - INSTITUTO DO VINHO DO PORTO


Quem sabe ver vê para lá do olhar. Olha para além da vista. Quem sabe ver eterniza pessoas. Fixa lugares. Desvenda sentidos. Antes era nada. Agora são cores e formas. Curvas e rectas. Êxtase e esplendor. As imagens podem impressionar. Alegrar. Seduzir. Podem matar e ser mortas. As imagens são tudo o que se quiser. Porque elas não existem. Somos nós que as criamos.

27.6.15

A PRAIA ESTAVA ÓPTIMA - III





Entrada de ameijoas à Bulhão Pato, lulas ovadas e maionese de raia. Remate-se com garoupa na caçarola e rabo de boi (restaurante A Comidinha, Lagos).

A PRAIA ESTAVA ÓPTIMA - II




22.6.15

IMAGINI - 29 DE JUNHO - PORTO

Rectificação: dia 29 é 2ª feira (por lapso no convite diz-se 4ª feira).

16.6.15

IMAGINI - LANÇAMENTO 29 DE JUNHO - PORTO

 
 
Este é um livro que nasceu de um conhecimento na net. Foi em Março de 2014 que o desafio foi lançado. IMAGINI é um encontro de imagens. Um diálogo de sentidos. A uma fotografia responde uma pintura. A uma pintura responde uma fotografia.  As fotografias são do João Menéres, as pinturas são da Myra Landau, os textos são meus. O lançamento será a 29 de Junho, no Porto. Quem andar por lá, está convidado.

7.6.15

"CASA DE CAMPO" - CAIS DO SODRÉ





Vinda dos Açores via Porto, aterrou em Lisboa em direcção a Roma... A minha prima Guida é difícil de apanhar. Ontem conseguimos. Acabámos a petiscar na "Casa de Pasto", um restaurante altamente ali na Rua do Corpo Santo (Cais do Sodré). Já lá esteve o Mick Jager e parece que gostou. Uma novidade que ela me deu, e que irá alterar profundamente a minha vida, é que, segundo um estudo que um outro primo nosso está a fazer, a nossa família (pelo lado Ferreira) veio algures da actual Somália, faz agora uns 45 mil anos. Isto foi o resultado de um teste de ADN. Parece que somos berberes. O resto ainda está envolto nalgum mistério, mas nada que não se descubra. 45 mil anos passam a correr.

5.6.15

MATA QUE SE FARTA

As pessoas têm um instinto de sobrevivência fantástico. Como animais tentamos salvar-nos dos predadores. O contra ataque é a melhor solução. Se temos uma dor tomamos um comprimido. Se nos empurram, empurramos também. Um palavrão devolve-se a dobrar... Tudo isto para dizer que vivemos numa ficção do ego. Acreditamos que temos razão quando nada disto tem a ver com razão. A vida é querer existir mais tempo. Justificar os nossos defeitos, a fuga ao fisco e o branqueamento de capitais. Na política a coisa é mais grave porque esse instinto de sobrevivência leva à ficção colectiva em que os autores são actores e o público vota nas palmas imbecis de um comício alcoolizado com febras grelhadas e bacalhau com natas num sertão em nenhures algures de qualquer lado. Vem isto a propósito de certos livros que têm saído ultimamente de reclusos quase inocentes que eram políticos antes de ser reclusos e são hoje quase políticos depois de terem sido reclusos. Tudo boa gente que tenta apenas sobreviver como uma qualquer formiga no carreiro. Vai para eles a minha simpatia de Sheltox.