26.6.16

SALINAS DE CASTRO MARIM


Aqui estiveram fenícios, gregos, cartagineses, romanos e mouros. Castro Marim era Baesuris na época pré-romana. A produção do sal remonta ao século VIII a.C. Na época romana, as salinas eram propriedade do Estado. Nos exércitos distribuíam-se rações de sal - salarium argentum - origem do termo "salário". Portugal é um país de sal. Sempre foi. Pena os "salários" serem tão baixos.

ESFOLIAÇÃO TOTAL (SPA DE CASTRO MARIM)


A água nestes tanques foi evaporada até atingir uma salinidade de 240 gramas por litro. Uma solução totalmente pura e asséptica. As argilas que constituem as paredes e o fundo dos tanques foram ao longo dos anos ficando saturadas destes minerais, tornando-se num fantástico cosmético. Experimentem flutuar durante meia hora. É uma sensação de Mar Morto. Impossível ficar de pé. A pele apanha uma esfoliação integral, seguida de absorção da energia dos minerais das lamas argilosas que mais parecem mousse de chocolate.

SALINA DA BARQUINHA - CASTRO MARIM




19.6.16

EPIPHONE





SUECA

Um jogo fisicamente muito exigente... Mas para além do tentador lanche para os participantes, os prémios são imperdíveis: 2 presuntos, 2 1/2 presuntos, enchidos e queijos. Que se lixe a sueca, vou direito ao presunto!

18.6.16

PASSEIO DAS VELHINHAS

Na Sertã as velhinhas são muito acarinhadas. Têm passeios só para elas e de grande impacto cultural. Logo às 10,30 vem o reforço alimentar, seguido de visita a adega para esmoer. Depois uma fugaz e rápida passagem pela casa do Túlio e o ponto alto do dia: almoço no Cabeçudo. Estou a pensar inscrever-me.

17.6.16

ROSAS

Nunca gostei muito de rosas. Eram espinhos agudos. Aquela total desnudez no Inverno. Cotos cortados. Galhos sem folhas. Picos sem flores.  Plantas irreverentes que se impunham no jardim. Lixavam as canelas nas corridas desenfreadas pelos quintais adentro. Implodiam as mãos quando queríamos trepar aos telhados. Muito "mercuro-cromo" ao fim da tarde. As rosas eram preciosas, diziam eles, os pais. Dali viria a cor e a forma. O milagre da Primavera começava ali. Quem não tivesse rosas não podia arriscar a Primavera. E a Primavera não se arriscava se não houvesse rosas. Toda a vida convivi com rosas. Sempre as ofereci a namoradas. Sempre as dei a mães e tias. Sempre as meti em vasos de água esperando a ressurreição do pico no eterno prolongamento da cor. Hoje vejo as rosas por dentro da objectiva da minha Canon e espero que os pixéis não lixem o sensor.  

15.6.16

ALMOÇO NA BEIRA



Almoços destes não há muitos. Leitão assado, saladas para todos os gostos e tudo o mais que não se vê, mas que se advinha. Obrigado à Zica e ao António.