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TOMAR - IGREJA DE SANTA MARIA DO OLIVAL
Erguida no século XII, foi a sede da Ordem dos Templários no país, tendo servido como panteão dos mestres da Ordem. Após a extinção da Ordem dos Templários, esta igreja tornou-se a cabeça da Ordem de Cristo, tornando-se na matriz de todas as igrejas do Império Português, com honras de Sé Catedral. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é um dos exemplares mais emblemáticos da arte gótica em Portugal, tendo servido de modelo às igrejas de três naves construídas até ao período manuelino.
A ACRÓPOLE DE TOMAR
Neste monte sagrado está o Castelo de Tomar (a sede dos Templário), a Charola Templária e o Convento de Cristo. É porventura a momento nacional mais hermético de todos. Vale um dia de visita guiada, mas bem guiada.
Os Templários já por cá andavam desde o Conde D. Henrique que, aliás, veio da Borgonha, região de forte implantação templária, ali muito perto dos Cátaros e que muito ajudaram a fundar a nação portuguesa. Gualdim Pais, o primeiro Grão-Mestre foi o grande responsável pela conquista do reino.
D. Dinis e a “iniciática” rainha, empenharam-se fortemente para evitar a condenação da Ordem em Portugal, aquando da sua extinção (1307) e patrocinaram a criação da Ordem de Cristo, que acolheu os ex-templários (nacionais e não só), cuja impulsionou e financiou os Descobrimentos, criando, em Portugal, a Ordem de Cristo que recolheu muitos templários, refugiados de França.
Seguramente herdou bens e segredos da Ordem, bem como grande parte da frota atlântica templária que passou a abrigar-se em Peniche, possivelmente na zona de Serra del Rey.
Criada em 1319, a Ordem de Cristo tem como primeiro Grão-Mestre, Gil Martins. Durante 20 anos tem sede em Castro Marim, por causa da ameaça muçulmana a sul. Em 1339, regressa a Tomar, antiga capital templária.
Com frota marítima, com dinheiro, com o pinhal de Leiria e com ideais, D. Dinis começa a perspectivar a epopeia dos Descobrimentos: a Escola de Sagres é fundada pela Ordem de Cristo. A missão de reunir oriente e ocidente mantém-se...!
Se Portugal é, desde a fundação, um pais templário, com D. Dinis passa a ser da Ordem de Cristo!
Com D. João III a intervenção da Inquisição, já tolerada por D. Manuel, é reforçada fortemente. Rompe-se a tradição de tolerância. Portugal rende-se à Europa dogmática. A Europa telúrica perde a liberdade que ainda remanescia em Portugal. A Ordem de Cristo é neutralizada, passando a ser apenas monástica. O Castelo de Tomar transforma-se em Convento de Cristo. A população civil que vivia intra-muros é transferida para a Corredoura (hoje Rua Serpa Pinto), arrabalde de Tomar, onde hoje se situa a cidade.
D. Dinis e a “iniciática” rainha, empenharam-se fortemente para evitar a condenação da Ordem em Portugal, aquando da sua extinção (1307) e patrocinaram a criação da Ordem de Cristo, que acolheu os ex-templários (nacionais e não só), cuja impulsionou e financiou os Descobrimentos, criando, em Portugal, a Ordem de Cristo que recolheu muitos templários, refugiados de França.
Seguramente herdou bens e segredos da Ordem, bem como grande parte da frota atlântica templária que passou a abrigar-se em Peniche, possivelmente na zona de Serra del Rey.
Criada em 1319, a Ordem de Cristo tem como primeiro Grão-Mestre, Gil Martins. Durante 20 anos tem sede em Castro Marim, por causa da ameaça muçulmana a sul. Em 1339, regressa a Tomar, antiga capital templária.
Com frota marítima, com dinheiro, com o pinhal de Leiria e com ideais, D. Dinis começa a perspectivar a epopeia dos Descobrimentos: a Escola de Sagres é fundada pela Ordem de Cristo. A missão de reunir oriente e ocidente mantém-se...!
Se Portugal é, desde a fundação, um pais templário, com D. Dinis passa a ser da Ordem de Cristo!
Com D. João III a intervenção da Inquisição, já tolerada por D. Manuel, é reforçada fortemente. Rompe-se a tradição de tolerância. Portugal rende-se à Europa dogmática. A Europa telúrica perde a liberdade que ainda remanescia em Portugal. A Ordem de Cristo é neutralizada, passando a ser apenas monástica. O Castelo de Tomar transforma-se em Convento de Cristo. A população civil que vivia intra-muros é transferida para a Corredoura (hoje Rua Serpa Pinto), arrabalde de Tomar, onde hoje se situa a cidade.
D. Sebastião, eleito Grão-Mestre da Ordem de Cristo, ainda tenta uma desesperada marcha-atrás. Renega a educação jesuíta e procura “… restituir os antigos costumes a que sou afeiçoado…”, como ele próprio refere e que, como já vimos, foi um valente disparate, visto que o “ciclo heróico” já tinha acabado com D. Manuel. É uma pena estas coisas só se perceberem com perspectiva histórica!
Terá D. Sebastião descoberto o “tesouro templário” que poderia, no todo ou em parte, estar escondido em Tomar? Terá sido com esse tesouro que o “rei-sonhador” financiou a enlutada “cruzada” de Alcácer-Quibir? Teria, assim, feito recair sobre si e sobre Portugal uma maldição, ao utilizar o ouro dos Templários para fins alheios ao objectivo a que se destinariam?
Desaparecido em combate, aos 24 anos, a 4 de Agosto de 1578, D. Sebastião entra directamente para a zona mítica dos “reis escondidos”, dos “superiores desconhecidos”, que no fim dos tempos serão Imperadores do Mundo, dando, assim, uma perspectiva messiânica ao nosso nevoeiro e convertendo um puto profundamente traumatizado num “alumbrado”.
Terá D. Sebastião descoberto o “tesouro templário” que poderia, no todo ou em parte, estar escondido em Tomar? Terá sido com esse tesouro que o “rei-sonhador” financiou a enlutada “cruzada” de Alcácer-Quibir? Teria, assim, feito recair sobre si e sobre Portugal uma maldição, ao utilizar o ouro dos Templários para fins alheios ao objectivo a que se destinariam?
Desaparecido em combate, aos 24 anos, a 4 de Agosto de 1578, D. Sebastião entra directamente para a zona mítica dos “reis escondidos”, dos “superiores desconhecidos”, que no fim dos tempos serão Imperadores do Mundo, dando, assim, uma perspectiva messiânica ao nosso nevoeiro e convertendo um puto profundamente traumatizado num “alumbrado”.
In "Turista Ocidental", da minha autoria (2007)
17.7.16
15.7.16
14.7.16
OLIVENÇA - A GUERRA DAS LARANJAS
Em 1801 Portugal entrou em guerra com França e Espanha. Uma guerra que se insere na Guerra da Segunda Coligação, era já a França revolucionária e em breve teríamos a Guerra Peninsular, com as Invasões Napoleónicas. A Guerra das Laranjas foi de curta duração. Os espanhóis invadiram Portugal a 20 de Maio de 1801 e a 6 de Junho a guerra estava acabada. Entraram por Trás-os-Montes, Alentejo e Algarve. Por cima das muralhas de Elvas diz-se que a população atirava com tudo o que tinha contra as tropas de Espanha, inclusivamente laranjas. Perdemos Olivença, do lado de lá do Guadiana, terra que era nossa desde o século XIII. Em compensação, no Brasil conquistámos território aos espanhóis, permitindo alargar as fronteiras do Rio Grande do Sul até aos dias de hoje. A paz foi celebrada pelo Tratado de Badajoz, deixando Olivença na mão de Espanha. Mas depois, quando Napoleão é finalmente derrotado, quer o Tratado de Paris (1814), quer depois o Congresso de Viena (1815), devolvem Olivença a Portugal. A Espanha, porém, nunca cumpriu o que ratificou. Olivença é hoje território português sob ocupação. Aguarda-se a sua devolução.
13.7.16
5.7.16
OS MEUS FILHOS
João e Manel. Fotos promocionais de Diabo na Cruz. Ver entrevistas aqui http://diabonacruz.blogspot.pt/
4.7.16
2.7.16
1.7.16
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