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2.3.12

TOMAR - XVII



Depois da extinção das Ordens religiosas, em1835, o Convento de Cristo foi comprado pela família Costa Cabral, que apreveitou para fazer casa agrícola e uma zona de residência. Hoje é Monumento Nacional, visitável das 9 às 17horas. No Domingo de manhã, até às14h, a visita é gratuita. Podem pedir visitas guidadas, mas as verdadeiramente guiadas tem de ser feitas por especialistas que, seguramente, não são as empenhadas guias locais.

TOMAR - XVI - CORDAS DE PEDRA

TOMAR XV - GÁRGULAS



1.3.12

TOMAR - XIV - SÍMBOLOS NA PEDRA



TOMAR XIII - ESCADAS (CONVENTO DE CRISTO)



TOMAR - XII - REFEITÓRIO (CONVENTO DE CRISTO)

Obra de João Castilho, concluída em 1536. Os púlpitos estão lá para as leituras durante a refeição. Muitos borregos e cabritos aqui receberam a benção da última ceia.

29.2.12

PREGAÇÃO

TOMAR - XI - JANELA MANUELINA (CONVENTO DE CRISTO)


Atribuída a Diogo de Arruda, é um dos mais originais exemplos do tardo-gótico manuelino, executado entre 1510-1513. Motivos hiper-realistas, simbolizando a Árvore da Vida e o Tronco de Jessé. Um verdadeiro manifesto iconográfico do programa imperial de D. Manuel e da Ordem de Cristo.

TOMAR - X - CLAUSTRO PRINCIPAL (CONVENTO DE CRISTO)



Iniciado por João de Castilho em 1530, durante a campanha de obras de D. João III, foi parcialmente demolido e substituído pelo actual, projecto de Diogo de Torralva, concluído em 1562. Obra-prima do Renascimento europeu.

TOMAR IX - FOI AQUI QUE PERDEMOS A INDEPENDÊNCIA

Iniciada em 1513, na campanha de obras de D. Manuel I, o piso inferior serviria para Capítulo dos Frades e o piso superior para os Cavaleiros. D. João III suspendeu as obras. O edifício nunca foi acabado. Em 1581 reuniram aqui as Cortes de Tomar, que confirmaram a União Ibérica, na pessoa de Filipe II de Espanha (I de Portugal). Para a cerimónia foi concebida uma cobertura feita e velas de navios e foram revestidas as paredes de tapeçarias.

TOMAR - VIII (CLAUSTROS)



TOMAR - VII

Com D. João III, a Ordem de Cristo foi reformada passando a congregação de clausura, segundo a Ordem de São Bento (1529). Acabaram os tempos gloriosos dos Templários. A mudança implicou a construção de um vasto conjunto de dependências, organizado em torno de seis claustros. A modernização dos espaços reflectiu o programa arquitectónico segundo o modelo da "Cidade de Deus" (Santo Agostinho), executado por Frei António de Lisboa. O Convento de Cristo é uma amálgama impressionante de estilos. Um labirinto de corredores e de passagens. Claustros que dão para claustros. Arcos, janelas, ogivas. Escadas em caracol. Subterrâneos exotéricos. Ali está toda a história de Portugal.