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1.4.12

POR ONDE ANDA GRACE SLICK?


Naquele tempo, toda a gente que ouvia rock tinha uma paixoneta por Grace Slick. A voz poderosa e personalizada do estranho grupo Jefferson Airplaine. Estavamos em 1967 (o ano de todas as músicas). O acid rock da West Coast aparecia no som psicadélico dos Gratefull Dead e de Janis Joplin. Em Portugal, a canção "White Rabbit" chegou rapidamente aos meios underground (ouçam em baixo). A mulher era linda. O grupo era fantástico. Os cogumelos eram bons... Grace terá composto a canção em menos de uma hora. Mas, a canção ainda hoje dura. Um hino ao Outro Eu. O Espelho de Alice. A imagem que não se reflecte. Uma vida para lá do espelho. Para dentro do espelho. Hoje, com 72 anos, Grace dedica-se à pintura...

31.3.12

PINTURA DE GRACE SLICK




A cantora afirmou, numa entrevista à CNNonline, que encontra inspiração em tudo o que a rodeia, mas os trabalhos que mais vendem são os retratos de cantores de rock que conheceu nos anos 60 como Jimi Hendrix, Bob Dylan, Janis Joplin e Jerry Garcia. Só no ano passado vendeu cerca de 60 quadros, uma mistura de acrílico, lápis e tinta. Ela reconhece as suas limitações e nem sequer tem a pretensão de ser artista plástica, mas os críticos não perdoam, como David Littlejohn, crítico do Wall Street Journal que classifica os trabalhos de Slick como «horríveis», «nitidamente trabalho de um autodidata porém com preços inflacionados». Quem não compartilha da mesma opinião é Ron Turner, da editora Last Gasp, de São Franciso, este afirma que ela «revela fortes sentimentos e que não é necessário compará-la aos grandes mestres». Ela transformou a sua casa num enorme estúdio onde passa todos os dias, método que resulta em 100 quadros por ano. Nunca estudou arte, mas afirma que muitas coisas que fez na vida resultaram da persistência. Tal como a sua relação com a música, que não aprendeu – ao fim de tantos anos não sabe ler uma nota – mas foi um elemento fundamental para a musicalidade deste século. Hoje Grace Slick vive dos royalties de «White Rabbit» e «Somebody to Love» e dos quadros que pinta. Só compra quem quer...