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1.9.12
31.8.12
RIBEIRA DA TAMOLHA - II
Ficou só a pedra de água lavada.
O mato cresceu no barranco.
O córrego esvasiou.
O dia que a Ribeira estancou...
Excerto do comentário de Selena Sartorelo.
O mato cresceu no barranco.
O córrego esvasiou.
O dia que a Ribeira estancou...
Excerto do comentário de Selena Sartorelo.
30.8.12
AFLIÇÕES
Num tempo onde urinar dentro de casa era um luxo que se tinha, ali dentro não havia latrina e nem privada pois essa por costume ficava fora da casa. O Pinico como aqui é chamado era sem sombra de duvida um utensílio indispensável na dispensa dos dejetos que o corpo expelia para os pequenos e os velhos que tanto dele dependiam. Peça de grande valia quando a saúde carecia. Lembro desse objeto colocado em lugar discreto. Impecavelmente limpo durante o dia. Só era encontrado se nele fosse esbarrado, sentia uma temperatura fria que combinava com o branco leitoso que o envolvia, também era lembrado que existia quando derrubado acordando como um trovão e um som interminável, ou que, no cumulo do azar encontrava com ele sendo levado para esvasiar e durante o trajeto deixava um fedor insuportável no ar. Coisa que tinha que ser feito antes de da casa acordar. Uma intimidade que não precisa esconder, muito menos mostrar. Bendita descarga.
Texto de Selena Sartorelo
29.8.12
28.8.12
27.8.12
26.8.12
24.8.12
23.8.12
22.8.12
MESTRE DO SARDOAL
São sete tábuas de carvalho policromadas a óleo, de autoria do Mestre do Sardoal, atribuídas a dois artistas de Coimbra, Vicente Gil e Manuel Vicente, pai e filho. Naquela cidade, executaram trabalhos régios, por encomenda de D. Leonor. Pode causar estranheza, contudo é prática comum dar a autoria da localidade quando não se sabe o verdadeiro autor, pois nesta época, as obras não eram assinadas. Apesar de se saber os verdadeiros autores, continuará a ser designada como obra do Mestre do Sardoal. Não se sabe, ainda, como chegaram até ao Sardoal, mas naquela altura o Sardoal era muito procurado pela realeza. Além disso, o Bispo de Coimbra na altura era D. Jorge de Almeida, irmão de D. Francisco de Almeida, que viria a ser o primeiro vice-rei da Índia. A partir de 1505, sabe-se que D. Francisco de Almeida empregou os seus generosos rendimentos na beneficiação da igreja Matriz. Numa altura em que só a grande nobreza e o clero detinham poder económico para encomendas deste género, poderá ser esta a ligação da vinda de artistas desta envergadura à vila de Sardoal.
21.8.12
SARDOAL - V (D. FRANCISCO DE ALMEIDA)
D. Francisco de Almeida foi o primeiro Vice-Rei da Índia. Filho de Lopo de Almeida, Conde de Abrantes e senhor do Sardoal. A vila sempre pertenceu à família Almeida. Está explicada arquitectura de palacetes provincianos e a harmonia geral de todo o conjunto.
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