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1.6.12

PROVA ORAL

Foi um debate interessante. Podíamos continuar eternamente, mas as férias impõem uma pausa. Agradeço a participação empenhada de todos e, não podendo haver aulas práticas, deixo-vos com um Prova Oral que é mais "tema livre":
- Qual a velocidade da paixão?
- Qual a dimensão do amor?

REVISÕES DA MATÉRIA DADA

Cansados e exaustos de tanto sexo, os alunos revelam uma necessidade absoluta de descanso. O "professor" continua a aguardar melhores dias... Por isso façam as vossas revisões que amanhã temos a Prova Oral.

30.5.12

LIÇÃO Nº 7 - HÁ LIMITES?


Muitos criticam a pornografia por ser uma indústria com intuitos comerciais, por representar cenas "obscenas" e por carecer de imaginação. Outros não gostam porque lhes fere a sensibilidade. Outros ainda, por preconceito moral, ético ou religioso. Finalmente, alguns porque não os excita. Claro que é uma indústria. Mas não há também uma indústria dos filmes de guerra? Dos filmes catástrofe? Dos filmes de vampiro? Dos mortos-vivos? E haverá falta de imaginação na pornografia? Há representações boas e más, realizações competentes e incompetentes, como em todos os géneros. Acho, até, que para um filme pornográfico ser bom é preciso uma enorme imaginação, caso contrário tudo se reconduz sempre ao mesmo. E o que é "obsceno"? Algo que choca, que é grosseiro. O conceito de obscenidade varia brutalmente ao longo das épocas. Há bem poucos anos o beijo no cinema era discreto e fugaz. Mostrar as pernas ou os seios era quase pecado. Os homens, então, tinham de andar sempre de gravata. A pornografia também é arte. Uma arte que se começa a impor e a subverter a moral tradicional. É tudo uma questão de grau... O paradigma do erótico mudou muito e hoje é difícil definir onde acaba o erotismo e começa a pornografia. No limite, é uma questão de saber se nos excita ou não. 

29.5.12

SALÃO ERÓTICO DE LISBOA 2010




FESTIVAL POPPORN EM SÃO PAULO


Assunto ainda tabu no País do carnaval e de programas televisivos explícitos como o BBB e o recente Sexo a 3, do dr. Rey, os organizadores do PopPorn Festival querem ver a pornografia debatida como uma expressão natural da sexualidade humana. O evento, que começou no ano passado, inspirado no Pornfilmfestival Berlin, ganha segunda edição no próximo fim de semana, com uma programação de atividades variadas, que transitam nas fronteiras da indústria do sexo, da cultura pop e da arte.
A dançarina Sweetie Bird ministra um workshop sobre sensualidade burlesca. Haverá também debates, com temas como porno feminista e o futuro da pornografia. Uma loja exclusiva venderá itens que vão de camisetas e DVDs a sex toys e até um baralho erótico, este criado pelo artista plástico Greg Vinha.
Trackers. Rua Dom José de Barros, 337. De sexta a domingo. 
Ingressos: R$ 20 (workshop); R$ 25 (filmes e debates); R$ 75 (passaporte, com filmes, debates e festa). www.popporn.com.br

Evento traz 48h de programação com temas ligados ao erotismo e à sexualidade

28 de maio de 2012 | 22h 

Informação via Madoka, a quem agradeço.

ÂNGULO DE ATAQUE

Ângulo Médio de Erecção
15 graus acima da horizontal.
Tempo Médio para ter uma Erecção
3 a 8 segundos.

28.5.12

A DIMENSÃO DO PROBLEMA

Tamanho Médio do Pénis
88% dos homens têm um pénis entre 12,7cm e 17,7cm de comprimento em erecção. Em relaxamento, a maioria (90%) mede entre 7,6cm a 12cm.
Tamanho Médio da Vagina
7,6cm ao longo da parede posterior com 2cm de diâmetro. Em excitação, aumenta para 10cm e 6cm, respectivamente

27.5.12

LIÇÃO Nº 6 - SEX SYMBOLS

O sexo é meio chato. Muitas coisas a entrar e a sair. Muitos fluídos trocados. Corpos suados. Cheiros estranhos.  Bactérias misturadas. Tudo muito pouco higiénico... Então porque o fazemos? Como já vimos em lições anteriores, porque isso nos dá prazer. Um prazer que se exacerba com uma adequada excitação. O erotismo é isso: a capacidade de excitar e de ser excitado. O erotismo tem dois sentidos. Uma excitação mútua. Um jogo de prazer. De antecipação. Um strep-tease de sensações. Há pessoas mais eróticas do que outras. Mas, no limite, todos somos eróticos para alguém. Todos despertamos desejo em alguém. Resta saber se encontramos essa(s) pessoa(s). A mediatização, os filmes, as revistas, a publicidade, podem despertar aquilo a que chamamos sex symbols. O reconhecimento, que se propaga em cadeia e tende a ser considerado como evidência global, de que certa pessoa é profundamente erótica. Mas que sabemos nós? Já estivemos ao vivo com essa pessoa? Queríamos mesmo ir para a cama com ele/ela? Ou a visão é meramente simbólica e pode servir apenas para nos dar "balanço" em termos de excitação sexual? É aqui que a fronteira entre o erótico e o pornográfico se esbate. Afinal é tudo uma questão de grau e de preconceito, como veremos em próximas lições... 

AS LIÇÕES

Antes que alguém suspenda a matrícula, vamos voltar amanhã ao tema deste período escolar. Assim, a seguir ao churrasco da tarde e depois da sesta, faremos a introdução (não total, que convém sempre deixar alguma coisa de fora) ao erotismo e como se pode, ou não, distinguir da pornografia. Ainda falta muita matéria, as aulas práticas, revisões e prova oral... Teremos tempo?

25.5.12

LIÇÃO Nº 5 - LUGARES COMUNS

"Ai filho, hoje estou com dores de cabeça"... "Mas olha que amanhã tenho jogo de futebol"... "E se deixássemos para Domingo?"... " Mas Domingo não vem cá a tua mãe?"... A rotina instala-se com desmesurada rapidez. O sexo fica para os intervalos. Intervalos cada vez mais distantes. O desejo abranda, como que adormecido. Adiamos o prazer, esquecemos o erotismo, deixamos de namorar e matamos o amor. No final resta um simulacro de orgasmo, um estertor ofegante feito de lugares comuns e a sensação de que já foi melhor. A pergunta sacramental: "Gozaste?" E a resposta habitual: "Foi óptimo querido". Ela vai-se lavar e ele ressona abundantemente. Há um erotismo anterior e posterior que fica por fazer. Coisas que nunca soubemos ou que esquecemos. Pior, muitas vezes já não temos pachorra. Julgamos que a relação está garantida. Mas não está. É por aí que tantas vezes ela se perde...

24.5.12

HOJE NÃO AULAS

Meninos e meninas, hoje temos recreio da parte da tarde. Deixo algumas imagens recolhidas no dia de ontem, entre Oeiras e Lisboa, para aliviar um pouco da carga horária e da tensão escolar. Podem aproveitar para fazer revisões da matéria dada.

LIÇÃO Nº 4 - AS HORAS

Cada casal tem as suas horas mágicas. Uns é de manhã, ao despertar, com a força da natureza. A maioria é à noite, no aconchego do pijama, na escuridão do luar. Poucos disponibilizam a tarde. E, no entanto, é o período em que o nosso bioritmo está mais activo. De manhã temos restos de sono. À noite estamos cansados. À tarde há uma vontade expressa. Uma manifestação de desejo deliberado. De manhãzinha ou à noite já estamos deitados, eventualmente despidos. É mais fácil, mas menos erótico. Não quero definir horários. Cada um sabe dos seus, mas a surpresa é bom. Um rapidinha na cozinha, entre refogados. Intimidades no armário das toalhas. Loucuras no duche. Oralidades no ascensor... Há um mundo de erotismo que espera por nós. Um mundo de imaginação a inventar. Não se deixem vencer pela rotina. Surpreendam-se.

23.5.12

LIÇÃO Nº3 - A MINA DE OURO


A mulher é feita para ter prazer. As mulheres têm um um órgão cuja função é somente dar prazer, o Clitóris. Não serve rigorosamente para mais nada. Mas têm ainda mais. Têm o mítico Ponto G que ninguém sabe onde fica, mas que parece ser essencial. Os homens, coitados, são uns "escravos do amor". Não só têm de  se esforçar muito, como nem sabem do que andam à procura. O tal Ponto G é uma zona erógena que varia de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura, como na espessura. Invisível aos olhos e não muito fácil ao tacto, situa-se logo abaixo do osso púbico, profundamente enterrado na parede anterior da vagina, entre sua abertura e o colo do útero. Em termos técnicos, uma estimulação dessa zona pode ser comparada à tensão para urinar, mas se continuarmos vai acabar em prazer sexual e orgasmo. Ora sendo a mulher feita para ter prazer, compete ao homem dar-lho. É preciso calma, espírito empreendedor e  muito trabalho. Há quem chame a esse trabalho "preliminares". Eu acho que é um trabalho de exploração e espeleologia que, quase sempre, compensa. Em próximas lições daremos alguns conselhos úteis...
.

22.5.12

COMENTÁRIOS QUE VALEM UM POST




Blogger Li Ferreira Nhan said...

Acho que vou para o fundo da sala de aula.
Só uma coisinha; há mulheres que precisam "trabalhar" muito. Outras, nem um pouco!
Blogger Eduardo P.L said...
Ainda para aquelas que exaltaram as competências masculinas, sem nenhuma "colaboração" da fêmea, digo que quando o sexo é unilateral, a graça também fica cortada ao meio, e em muitos casos é mais prazeiroso um grande "solo" do que um dueto desafinado!
Blogger Claire said...
Xinapa com esse poste nem consigo ler o teu texto


LIÇÃO Nº 2 - A MOLA DA VIDA

Para os homens o acto sexual não é coisa simples. Há uma engenharia complexa e nada evidente. Há um estimulo que vai lá para cima, para o cérebro. Uma ordem descendente que vem cá para baixo. Uma ordem clara e perempória: "levanta-te e mexe-te". Mas nem sempre a ordem é obedecida. É preciso uma boa irrigação sanguínea que inunde os tecidos cavernosos, dando volume textura e atrevimento ao pénis. E, para isso, é preciso que a "mola" funcione e abra "as comportas" para a irrigação. A "mola" é constituída por um conjunto de terminais nervosos, encostados à próstata. São eles que, em última análise, comandam a vida. É à conta desses nervos que o mundo pula e avança. Como se percebe, nada disto é um acto de vontade. Sem a excitação adequada o homem pode ficar impotente e a mulher carente. O papel das mulheres pode parecer complementar, quase passivo, mas não é. Como sempre, as mulheres têm de trabalhar muito, como veremos nas próximas lições...

21.5.12

LIÇÃO Nº 1 - O PRAZER COMANDA A VIDA

Quem faz um filho fá-lo por gosto. Sem prazer a vida há muito se teria extinguido. Alguém no seu perfeito juízo perde tempo a meter conversa com com uma miúda, levá-la a jantar fora, talvez ao cinema e ainda lhe faz juras de eterno amor?! Tem de haver expectativa de prazer, uma promessa de cama. O amor, se vier, vem depois. Primeiro há que testar os corpos. O amor sem prazer é uma ficção feita de suspiros e devaneios. Os casais que não têm prazer não podem ter verdadeiro amor. Terão, quando muito, uma relação de conveniência, de interesse, uma habituação familiar. Mas não é amor. Amor é prazer. Como garantir esse prazer? Como manter esse amor? Veremos nas próximas lições... 

O AMOR É TUDO?

Amor, erotismo, sexo, pornografia... Conceitos que se confundem. Palavras que se atrapalham. Será que vale tudo no prazer? Será que o prazer tem ideologia? É o que vamos tentar descobrir nas próximas lições.