12.8.12

ÓCULOS PARA ELIMINAR MULHERES

In Israel, new modesty glasses for Orthodox Jewish men blur women out of their line of sight. The ultra-Orthodox community’s unofficial “modesty patrols” are selling glasses with special blur-inducing stickers on their lenses, so that men don't have to see women they consider to be immodestly dressed.

JERUSALEM — It’s the latest prescription for extreme ultra-Orthodox Jewish men who shun contact with the opposite sex: Glasses that blur their vision, so they don’t have to see women they consider to be immodestly dressed.
In an effort to maintain their strictly devout lifestyle, the ultra-Orthodox have separated the sexes on buses, sidewalks and other public spaces in their neighborhoods. Their interpretation of Jewish law forbids contact between men and women who are not married.
 Walls in their neighborhoods feature signs exhorting women to wear closed-necked, long-sleeved blouses and long skirts. Extremists have accosted women they consider to have flouted the code.
 Now they’re trying to keep them out of clear sight altogether.
The ultra-Orthodox community’s unofficial “modesty patrols” are selling glasses with special blur-inducing stickers on their lenses. The glasses provide clear vision for up to a few meters so as not to impede movement, but anything beyond that gets blurry — including women. It’s not known how many have been sold.
For men forced to venture outside their insular communities, hoods and shields that block peripheral vision are also being offered.
 The glasses are going for the “modest” price of $6.

By The Associated Press / NEW YORK DAILY NEWS
Published: Friday, August 10, 2012, 8:00 AMRead more: http://www.nydailynews.com/news/world/israel-new-modesty-glasses-orthodox-jewish-men-blur-women-line-sight-article-1.1133397#ixzz23BJPrqcS

10.8.12

NOTÍCIAS DA MARISOL

COMENTÁRIOS QUE VALEM UM POST

BloggerEduardo P.L said...

E para finalizar, repito o que já disse anteriormente em outras conversas: escreva um livro impresso: Expresso da Linha. Continue escrevendo no blog. Enquanto houver dúvidas, a procura da certeza é a razão da vida. Quando não houver mais nenhuma questão a ser resolvida, é hora de morrer! Estamos, graças a deus, cheio de dúvidas.


BloggerTeresa said...
Podes editar o livro e continuar a escrever no blogue até 2050...

E JÁ AGORA COMO SE HÁ-DE CHAMAR O LIVRO? ACEITAM-SE SUGESTÕES...

9.8.12

UM LIVRO DO BLOGUE?

A verdade é que morremos. Mais tarde ou mais cedo, quando menos se espera, zás! E depois choram todos muito durante umas semanas, lembram-se espaçadamente nos dias de missas comemorativas, até que todos morrem e ninguém fica cá para rezar mais missas. Mas para que queremos nós ser lembrados se, no fundo, já cá não estamos para agradecer a lembrança? Dizem que é uma hipérbole da nossa memória, o desespero da persistência do ego. Acreditar que fica um rasto. Que deixamos pegada. Que fomos qualquer coisa. Para quem tem obra feita, pintura, escultura, literatura, fica um livro na prateleira, um quadro espetado na parede, um boneco sujo de pó, coisas que um dia um tetraneto qualquer encontra no sótão e fala embevecido aos amigos no incógnito e remoto avô que talvez fosse artista. Cinco minutos depois a conversa segue e nunca mais somos falados ou repensados. Mas hoje temos a “virtualidade” ao nosso dispôr. Uma memória electrónica que fica nas “clouds” para todo o sempre. Uma password e tudo será recordado. Os e-mails patetas que enviámos a namoradas em crise. As conversas de chacha que enfiámos no Facebook. Os blogues que tão esmeradamende conduzimos. Só que até essa imortalidade virtual morre. Morre por inacção. Fica parada, sem mais comunicação, sem actualização. Acessível, mas sem novos conteúdos. Interessa a quem? Só se fôr ao Menino Jesus. Neste fervor de eternidade, há quem publique livros sobre os blogues que faz. Uma tentação óbvia. Um livro é um livro. Fica na prateleira. Relembra o passado. Tem valor literário. Eu, porém, estou com uma dúvida. Hei-de editar um livro sobre o Expresso da Linha, ou agendar posts até 3050? Quero congelar o passado ou viver para além do tempo?