5.5.13

RIBEIRA DAS NAUS - V (AUTO-RETRATO)


RIBEIRA DAS NAUS - IV (CAIS DAS COLUNAS)

A designação de Cais das Colunas deve-se à existência de dois pilares monolíticos na ligação do rio com o Terreiro do Paço e que são parte integrante do Projecto da Praça do Comércio, da autoria do arquitecto Eugénio dos Santos, para a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. O Cais das Colunas  é conhecido como a “porta da cidade”.

RIBEIRA DAS NAUS - III (VISTA PARA TERRA)



A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, situa-se junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa, bem como a sua principal praça. Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. O Complexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, albergou desde então grande parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português. Actualmente, com a saída progressiva dos Ministérios, a Praça foi requalificada. O trânsito automóvel foi proibido e as arcadas transformadas em espaços de restauração de grande qualidade.

RIBEIRA DAS NAUS - II (VISTA PARA O RIO)




LISBOA - RIBEIRA DAS NAUS - I

A requalificação da Ribeira das Naus integra-se no Plano de Intervenções para a frente ribeirinha de Lisboa. É uma das intervenções previstas para os 19 Km que constituem a frente ribeirinha. Estamos a falar da "sala de visitas" da capital.  Uma área nobre, finalmente recuperada, após anos de obras e tapumes. A primeira fase já concluída,  inclui a ligação viária, ciclável e pedonal ao Largo do Corpo Santo/Cais do Sodré ao Terreiro do Paço; um novo jardim público; um percurso pedonal ao longo do rio, com novas zonas de estadia na escadaria até ao plano de água, reforçando a ligação da cidade ao rio.


 
A 2ª Fase da obra inclui os actuais terrenos da Marinha Portuguesa (na foto), com reposição da antiga Doca da Caldeirinha; recuperação da Doca Seca existente; novo jardim, que recria as rampas de varadouro e assinala a antiga linha da costa. No local atrás do gradeamento, nas instalações da Marinha Portuguesa, será possível, após a conclusão da obra, ver a Doca Seca (agora enterrada), onde eram recuperadas as Naus das Descobertas e reencontrar o antigo Cais da Caldeirinha e as estruturas do Palácio Corte Real, integrados num novo jardim.