Uma das coisas que mais me emocionou em Lanzarote foi o branco mediterrânico e o verde atlântico emoldurando as janelas. Um padrão constante, numa arquitectura simples e confortável, despojada e limpa. Não havia cabos à vista. Os telefones, a electricidade, o gás, tudo era obrigatoriamente enterrado. Tudo muito "clean". Admirei-me de tudo isto. Uma ilha perdida, pouco habitada, com poucos recursos... como era possível manter estes padrões? Onde esperava uma trapalhada de fios e um horror de barracas, encontrei um paraíso imagético. Só depois percebi que tudo se devia a Cesar Manrique.
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9 comments:
Muito bonito e raro nas ilhas quando são concebidas para turistas... parecem casas de um conto de fadas!
Não, esta ilha não foi concebida para turistas. O turismo está até a exercer uma pressão negativa ( na capital, Arrecife, é já notório)
Adorando!
Bonito e será um belo refúgio para quem não gosta do reboliço das grandes cidades, tal como eu:)
Vou comprar essa casa...cof, cof, cof
esperemos que nao venham turistas para estragar estas lindas casas e alrededores!
como gostaria de morar numa casa e num lugar assim!
Me fez lembrar seu espanto com a "quantidade de fios e postes" na cidade de São Paulo. Desde então nunca mais eles me passaram desapercebidos! Um horror!
Eduardo: exacto, em São Paulo são monumentais. Agora só passa com a fibra óptica :))
Myra: a maior parte da ilha continua é parque natural e reserva da bioesfera.
Arquiteturas delicadas. Uma meta a ser perseguida.
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