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25.2.12

PASSATEMPO - QUEM ESTÁ NO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS?

No topo do Padrão dos Descobrimentos (Belém) está o Infante D. Henrique. Sabem quem são os outros? Fica o passatempo de fim-de-semana.  Pois, e tem de ser pela ordem certa de cima para baixo (direita pela esquerda). E, já agora, tentem dizer o que eles fizeram pela Pátia. Ah, e o que acertar em mais nomes terá direito a um prémio muito especial. Um prémio supresa (não é político). Entretanto, vou ali já venho. Vou investigar uns claustros perdidos no meio das perigosas terras dos Templários.

25.3.11

PALÁCIO DA AJUDA - ESTUDOS PARA CARVÃO I




PALÁCIO DA AJUDA - ESTUDOS PARA CARVÃO II



AJUDA - UM PALÁCIO INCOMPLETO



PALÁCIO DA AJUDA (CONTINUAÇÃO)


A construção do Palácio sofre imensas vicicitudes. Foram as Invasões Napoleónicas; a fiuga do rei para o Brasil; a falta de dinheiro para a obra... A construção arrasta-se com lentidão. D. João morre sem nunca ter aqui vivido. O filho, D. Miguel, foi aqui aclamado e aqui viveu por seis meses, no seu curto reinado. Veio, depois, o liberalismo e percebeu-se que um palácio tão grande não fazia falta. O plano inicial já não fazia sentido. O Palácio ficou inacabado, o que é perfeitamente visível. D. Maria II e o rei consorte, D. Fernando, privilegiaram o Palácio das Necessidades e a Pena (Sintra). O Palácio da Ajuda ficou secundarizado, servindo apenas para cerimónias de Estado. Esta situação mantém-se com D. Pedro V. Sucedeu, porém uma tragédia que traria a Ajuda para a ribalta. Em 1861, um surto de febre tifóide assola a família real que então residia no Palácio das Necessidades. Pedro V, contaminado pelos irmãos, morre com vinte e poucos anos. Sucede-lhe o irmão D. Luís. Este decide mudar-se para a Ajuda, evitando mais contágios. Aqui nasce o fuuro rei D. Carlos que, no entanto, após o casamento, decide mudar para o Palácio de Belém (um pouco mais abaixo), onde hoje está sedeada a Presidência da República. A Ajuda lá está, com um Museu à espera da vossa visita. Pouco conhecido, retrata todas estas vicicitudes e tem um espólio de artes decorativas excepcional.

10.3.11

IGREJA DA MEMÓRIA I

Naquele tempo a fidalguia ia a parodias fora de portas. As amantes tinham casa lá para Belém e Ajuda. D.José I, acabava de visitar a real concubina, uma dama da nobre família Távora, quando recebeu um balázio que, entrando pela carruagem, se alojou no real bícepe. Corria o ano de 1758. O primeiro ministro, o nosso conhecido Sebastião José de Carvalho, mais tarde Marquês de Pombal, aproveitou o incidente para cair com toda a raiva sobre a velha nobreza, mandando prender, torturar e executar grande parte da família Távora (que teve, inclusive, de mudar de nome). Esta igreja, erigida no Alto da Ajuda, no local do atentado (ou inventona), começou a ser erigida em 1760, em memória.

IGREJA DA MEMÓRIA II