"A mais bela de entre as mulheres inventou o amor! Ishtar, que se deleitou com maçãs e romãs, criou o Desejo. Sobe e desce, pedra-do-amor. Entra em acção para meu prazer! É Ishtar quem deve presidir à nossa união"Na Babilónia as preces dirigidas aos deuses acentuam até que ponto o prazer sexual e a religiosidade eram compatíveis e revelam, também, que a mulher, no amor, era igual ao homem e tinha, igualmente, direito ao prazer. Foi há 5000 anos.
jp
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«Quando a mulher tiver conduta desordenada e deixar de cumprir as suas obrigações do lar, o marido pode submetê-la à escravidão. Esta servidão pode ser exercida na casa de um credor do seu marido e, durante o período em que durar, é lícito a ele (ao marido) contrair novo matrimónio.»
Código de Hamurabi
Constituição Nacional da Babilónia outorgada pelo rei Hamurabi, que a concebeu sob inspiração divina, século XVIII a.C.
No período de que falamos os habitantes da Mesopotâmia eram os sumérios e os acádios. Os Amoritas, de que Hamurabi é o rei mais conhecodo por unificar as várias cidades-estado, chegaram por volta de 2000 a.C. De qq forma, o ponto expresso no post, e noutros que se seguirão, é o conceito de amor ao longo dos tempos e nas várias civilizações. O estatuto social da mulher está, obviamente, associado, pelo que o comentário é extremamente oportuno.
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