Meia noite. Janelas abertas. Aqui a vida passa entre a chuva e o Sol. Ficamos esperando o tempo que espera por nós. Vem, vai e nós somos o tempo que quisermos. Hoje um vulcão. Amanhã uma trovoada. Um vento cortante. Uma brisa suave. A borboleta entrou de mansinho. Ficou no preto do portátil e sussurrou: ¨Nunca serei tua. Se me tocares morro¨...
22.1.10
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4 comments:
Bom compartilhar os sentimentos de um escritor sensível.
Jorge, gosto de mudanças. Então, a principio gosto da guinada do teu blog.
Mas com bem diz o João, o movimento incomoda.
Desculpe, você nem me pediu opinião, mas acho que a imagem cai bem para o mobilling, que é por sí ágil.
O Expresso da Linha, conjugando com o autor, não é assimm tão expresso no se expressar. São palavras refletidas, processadas, mesmo que de raciocínio rápido.
É só minha opinião, o que não me impede de acessá-lo a toda hora.
E se uma borboleta tão rara e tão bela pousa no computador e murmura "Nunca serei tua. Se me tocares morro..." , então Jorge deixe essa espécie de folha voadora descansar o tempo que ela desejar.
Verá que lhe deixa inspirações ainda desconhecidas.
Um abraço.
...extraordinária ambiguidade!
Obrigado Lina. Entendo. Vamos mantê-lo mais um pouco e depois o Expresso segue para nova estação.
João: nunca se sabe...
Li: ambiguidade, mas realidade.
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