O nevoeiro fez esquecer a paisagem. As cores ficaram cinzentas. Os caminhos fugiram. Uma aventura conduzir. Uma aventura respirar. O ar ficou frio. Um devaneio de formas transformadas. O Tejo estava por todo o lado e, no entanto, não se via. O Sol não existiu hoje. Lisboa fechou-se de timidez. Envergonhada das formas, triste das cores, envolveu-se na névoa. E nós esperamos...
15.12.10
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6 comments:
voce escreve de maravilha e a foto é outra maravilha, mas que horror de tempo...
as tuas palavras rasgam o véu, transformam o nevoeiro em beleza e melodia :)
as fotos a condizer com as palavras, a completar a imagem transmitida!
beijo
Olá Jorge,
Quando é nítida a escuridão em contraste a turva e densa claridade.
Beijos
E eu também espero...mas por esse nevoeiro !
dreams...
Sonhos e devaneios. Tudo é novo.
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