26.11.11

A IMATERIALIDADE DO FADO

Mais do que um género musical, o Fado será a alma de um povo. Um grito, um lamento. Uma nostalgia, uma fatalidade. Mais do que uma melodia, o fado será uma estranha forma vida. Uma filosofia. Um estado de espírito que, por persistir no tempo, parece ser sinónimo de Portugal. É assim que o Fado vai ser hoje "vendido" na distante Bali, onde decorre o VI Comité Intergovernamental da UNESCO. O Fado é candidato a Património Imaterial da Humanidade, entre 49 candidaturas, a par  com os xamãs jaguares da tribo Yurupari (Peru); das danças Nijemo Kolo da Dalmácia (Croácia); da dança Tsiattista (Chipre); ou da Cavalgada de Reis da Morávia. Uma concorrência que desconhecíamos. Um mundo que se expande na retracção. Que fica maior na proximidade. Um mundo que se descobre. Um Fado que tudo alcança.

7 comments:

João Menéres said...

O conhecimento dos jaguares pelos xamãs palpita-me que é um fortíssimo candidato.

Luísa said...

FADO é alma!
É voz das gentes em acordes únicos!
É saudade!
É alegria!
É nostalgia de tristeza pelo adeus...
Fado é PORTUGAL!

Bjnhs

João Menéres said...

Tenho que ouvir AO VIVO a CARMINHO !

Eduardo P.L said...

E na CRISE, nada mais atual do que um fado!Na Argentina, o Tango!

myra said...

amo o Fado!

João Menéres said...

Já foi eleito !

João Menéres said...

Os xamãs jaguares também foram eleitos !!!