6.10.15

PALÁCIO DOS MARQUESES DE POMBAL (OEIRAS) - III


De facto, com a morte de D. José I, em 1777, e a subida ao trono de D. Maria I, o Marquês caiu em desgraça e a Casa Pombal ressentiu-se de imediato. Acresce que, com a extinção dos morgadios em 1863, na sequência da Revolução Liberal, todas as grandes casas foram afectadas. A Casa Pombal não foi excepção. A partir de meados do século XIX, o ex-morgadio de Oeiras não resistiu.
Em 1939, o Palácio e quintas do Marquês seriam levados a hasta pública e comprados pelo empresário, político e jornalista Arthur Brandão. Desde 2003 é propriedade da Câmara Municipal de Oeiras.

2 comments:

João Menéres said...

Lá está o Estado ou as autarquias a tomarem de bem beijada aquilo que outros fizeram ou construiram.
Há situações em que só o Estado ou a autarquia são a única solução para que um bem se conserve vivo.

Eduardo P.L. said...

Belo palácio.