Investigadores da Universidade do Minho criaram um dispositivo capaz de medir as ondas cerebrais de uma forma simplificada. O sistema é baseado num microcomputador… Cá está uma excelente invenção. Agora quero calças para análise permanente da próstata, cuecas ecográficas para o cólon, camisas cardiovasculares, luvas para medir artrite, sapatos para vasculhar joanetes... O sonho de qualquer hipocondríaco inveterado.
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19.8.15
BONÉ PORTUGUÊS FAZ ELECTROENCEFALOGRAMAS
Investigadores da Universidade do Minho criaram um dispositivo capaz de medir as ondas cerebrais de uma forma simplificada. O sistema é baseado num microcomputador… Cá está uma excelente invenção. Agora quero calças para análise permanente da próstata, cuecas ecográficas para o cólon, camisas cardiovasculares, luvas para medir artrite, sapatos para vasculhar joanetes... O sonho de qualquer hipocondríaco inveterado.
22.5.15
25.11.14
1.11.14
CRÓNICAS DI CHICHI E DO COCO - I
Os bens dividem-se em raros e não raros. O ouro, por exemplo, é um bem raro. Mas há os bens raros relativos. Aqueles que sendo banais podem, em determinadas circunstâncias de escassez, tornar-se raros. É o caso da foto. Imaginem-se com uma valente cólica. Correm para o WC, sem ver nada à frente. Aliviados procuram o rolo de papel ... mas ele não está lá! Que fazer? Vão pedir ao empregado com as calças na mão?... E reparem que aqui não há um mero esquecimento. Há uma vontade clara de inibir os "senhores", já que eles entopem a sanita! A coisa assume assim proporções de vingança e de perseguição sexual inconstitucional. O sexo feminino ou não tem cólicas ou não se limpa ou não entope a sanita. Recomendo que passem a andar com papel no bolso de trás das calças. A vida está difícil!
28.10.14
2.9.14
TRADUÇÃO
Eduardo P.L. said...
Entendi patavina... TRADUÇÃO: "Houve uma discussão no encontro cheio de estilo e a malta vai passear a ver se come alguma coisa antes que nos venham roubar". É a nova linguagem hip hop. "Bué da bom e maning nice" (querem dizer muito bom, bom curtir, tá-se bem)são mais antigos, importados de Angola e Moçambique, respectivamente, aí pelos anos 70.
1.9.14
HIP HOP
Um beef no meet cheio de swag que a malta vai tchilar a ver se pita alguma coisa antes que nos venham malabar... Onde já vão esses tempos em que tudo era bué da bom e maning nice.
6.2.14
MEDIOCRACIA
Felizmente quase todos nós somos medíocres. Nada irrita mais do que um génio. Depois de morto ainda vá. Em vida é um verdadeiro atentado à normalidade e à paz social. Um Picasso, um Dali, um Van Gogh só servem para nos rebaixar e aumentar a frustração. Nos negócios ainda é pior. Empreendedorismo, inovação, iniciativa... tudo conceitos fatigantes. Nada melhor do que receber ordens. Ter patrões. Não ter de pensar muito. Nada melhor do que pintar mal e os amigos elogiarem imenso. Nada melhor do que escrever qualquer coisita e ser muito apreciado. A vida é medíocre. Os génios são uns chatos. Bem vindos à mediocracia.
1.11.13
1.8.13
A DÚVIDA DA INCERTEZA
"Vivemos tempos incertos e, paradoxalmente, é em tempos incertos que mais prosperam as certezas – ou a tentação da certeza. É uma tentação legítima, que corresponderá a algum instinto de protecção e defesa. Quando o futuro é uma absoluta incógnita, mais fácil é ter certezas – substituem as expectativas. Difícil será ter dúvidas – confirmam a incerteza que nos oprime".
Eva Gaspar, in Negócios on line
18.4.13
17.4.13
1.4.13
13.3.13
4.9.12
5.4.12
LUTA DE MELROS
Os melros são muito territoriais. Lutam por tudo e por nada. No meu jardim há um vaso de água para o cão. Agora os melros decidiram que a água é deles e lutam pela posse do precioso líquido. É evidente que a água dá para todos. Mas eles são assim... É nisto que nos distinguimos dos animais. Em tempos também fomos iguais. Lutávamos por tudo e por nada. Pela posse de uma pedra, de bocado de osso, de uma simples gole de água. Mas os homens são inteligentes. Percebemos que não valia a pena esta luta. Inventámos o dinheiro. Com o dinheiro podemos vender a água ou mesmo alugar. E com o produto compramos outras coisas. Tudo muito mais abstracto. E assim deixámos de ser "melros". Agora lutamos por dinheiro!
Fotografia de msimas.
Fotografia de msimas.
2.4.12
PLAISANTERIES
Uma das explicações para o dia 1 de Abril se ter transformado no Dia das Mentiras surgiu em França. O Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril. Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de Abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries
1.4.12
12.3.12
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