
Uma paz de fim de tarde que nos percorre longamente. A vida corre lenta no infinto pôr-de-sol. Ao longe acendem-se luzes. Primeiro uma, depois duas, agora três. Pontos refulgentes no lusco-fusco do dia. O Sol cai devagar atrás do monte. Nós ficamos com o brilho do céu que teima em fugir da noite. Uma paz suave que queremos eterna. São oito da noite de um Setembro cálido e morno. E o dia persiste na janela panorâmica.
jp
3 comments:
A ARQUITETURA enquadrando e valorizando a natureza!
Só agora pude ver os teus posts sobre a casa. Gostaria só e dizer que projectar a casa foi o mais fácil, o mais difícil tem sido transformar o "monte de pedras" num jardim , e isso é só mérito da minha "sócia".
P.V.
E que rico banho se deve tomar nesta piscina!
Abraço
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