30.3.11

O FMI ESTÁ A CHEGAR

13 comments:

Eduardo P.L said...

E o FMI não é um picho-papão, como pinta o Lula! Governos descontrolados precisam de controles externos! Faz parte das regras do jogo! Mas é sempre o povo quem paga a conta, de uma forma ou de outra!

Silvares said...

É hora de pagar parte da factura.

byTONHO said...



Fode
Mais
aInda

:(:

Maria de Fátima said...

eu troco letras a escrever (ao menos a digitar, faço-o)terei alguma forma de dislexia...
mas é que me preocupa, pois que não atino em ler o que lá está, mas leio sempre FIM, o que , no caso concreto do teu título, me faz pensar: coitado do Jorge, é desta que se vai!!! quando afinal o tema é sobre coisas sérias...

expressodalinha said...

Eduardo: nada disto é agradável. Com ou sem FMI. Por aqui há defensores da entrada já e quem defenda o contrário. Qd se chega a este ponto, venha o diabo e escolha.

expressodalinha said...

Silavares: pois é. Mas há quem tenha mais factura a pagar. Será que vai ser distribuído?

expressodalinha said...

Tonho: mais?! Já chegava assim...

expressodalinha said...

Mª de Fátima: é bem possível que seja o Fim. Pelo menos "um certo fim".

peri s.c. said...

Já tivemos o FMI por aqui , durante um bom tempo.
São seres cinzentos. Um povinho bem mal-humorado, não demonstrarão o menor interesse por bacalhaus à Lagareira, pastéis de nata ou bons vinhos . Uma presença incômoda, o preço a ser pago pelos dinheiros mal empregados.

expressodalinha said...

Pois, o bacalhau é que é pior :)

João Menéres said...

E quem empregou mal o dinheiro continuará a rir-se.

Li Ferreira Nhan said...

O Peri já disse tudo!

Eduardo P.L said...

Volto ao assunto:
"Gosto pelo teatro

O governo brasileiro é assim. Adora receber elogios do FMI, do Banco Mundial, da imprensa estrangeira especializada, dos banqueiros, das agências de classificação de risco. Mas adora também falar mal dessa turma, dos “loiros de olhos azuis”, talvez para arrancar lágrimas e suspiros do pessoal do “outro mundo possível”

Blog do Alon

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Portugal e aconselhou os irmãos lusos a recusar a interferência do FMI. Portugal anda à beira da quebra. E sem governo, pois o gabinete caiu depois de falhar quando tentou no parlamento apoio político para medidas de austeridade.

Mas alguém vai ter que pagar a conta do ajuste português. Quem vai ser? A União Europeia? A Alemanha? As urnas do último fim de semana não foram exatamente estimulantes para a chanceler alemã, Angela Merkel. Como o eleitor dela reagirá quando propuserem a ele ficar com a dolorosa?

Os europeus certamente encontrarão um caminho para sair do enrosco de ter a periferia financeiramente complicada. É o caso de acompanhar. A Europa já se recuperou de coisas piores.

Mas não dá para passar batido pelas palavras do nosso ex-presidente.

Lula é o inventor de uma fórmula quase imbatível. Executar a política do FMI e atacar o FMI. É um estilo. Foi bem descrito nos telegramas vazados pelo WikiLeaks sobre as conversas reservadas da diplomacia norte-americana com a cúpula petista.

Endurecer verbalmente em público, ceder à realpolitik no particular.

No que exatamente Lula deixou de executar a essência das políticas preconizadas pelo FMI? Desde que o mundo é mundo o FMI só pede uma coisa quando vai socorrer alguém: que esse alguém se organize e mostre capacidade de pagar as dívidas.

Leia a íntegra do artigo em Gosto pelo teatro

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