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12.6.15
25.2.14
SELFIE COM TODOS
Selfies conduzem a epidemias de piolhos e lêndeas (Exame Informática)
As selfies, a palavra do ano para a Time, surgem aos milhares por segundo. Mas a tendência de juntar as cabeças para tirar uma fotografia tem vindo a facilitar a propagação de piolhos e lêndeas
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8.11.13
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
Estive quase um mês sem a minha Canon G12. Estava a ficar maluco. É o dedo que não dispara. O olho que não vê. A alma que não sente. Hoje, finalmente, ficou pronta. Diz que era humidade. O sensor. As palhetas. O âmago da máquina... Trezentos euros de emoção diária. A dividir pelo prazer sai de borla. A multiplicar pela crise vai a défice. Preparem-se que a máquina vem com grande aceleração e eu estou esfomeado.
24.7.12
INTERLÚDIO VISUAL
Vamos sair de Lanzarote e passar para o Porto, essa cidade Invicta que fica tão longe e tão perto. Aguardem os próximos posts.
ET: na imagem, fotografia analógica recolhida na ilha de Gozo (Malta).
27.1.12
PIETER SAENREDAM
Pieter Janszoon Saenredam (1597 - 1665) foi um pintor e desenhista neerlandês, cuja obra se foca na representação de interiores de igrejas. Singulares pela pureza linear e pela riqueza de detalhes, os seus desenhos assemelham-se realmente aos de um arquitecto. A peculiar pintura de Pieter Saenredam, de aparente simplicidade, parece antecipar as teorias de abstracção do século XX, utilizadas por Mondrian e Lyonel Feininger.
As fotografias são minhas. A JuGioli diz que há semelhanças evidentes com o pintor. Será a ausência de pessoas? Uma geometria "clean"? Uma simetria virginiana? Serei um abstraccionista?
9.8.11
12.7.11
8.6.11
31.5.11
FOTOGRAFAR
Olho. Alcanço. Disparo. Foco de novo. Disparo outra vez. Um frémito no dedo. Retenho a respiração. A mão segue a vista. A luz que se ilumina. Perto, longe, infinito... Tenho o mundo no meu dedo. O universo no meu olhar. Fotografar é entrar na paisagem. A côr... A forma... A alma das coisas. Beleza. Angústia. Ser... Aprisionar a imagem no quadrado da moldura, sabendo que ela, lá fora, continua livre. Uma caçada sem morte. Uma captura sem sangue. Ver mais além. Estar para lá da vista. Ver para dentro do olhar... Quero fotografar tudo.
2.5.11
ARQUIVOS - I
Esta fotografia é de 1952. Algures num pinhal, talvez em Paço D'Arcos. O que estava eu ali a fazer? Pois, ainda hoje não sei. A verdade é que sou muito novo para ser tão velho. A miúda ao lado é a minha amiga mais antiga. Enfim, a minha velha amiga... Por acaso ela comenta aqui no Expresso com um nome assaz estranho. Querem tentar adivinhar?
30.4.11
16.4.11
13.4.11
13.3.11
ANTES E DEPOIS
Não há razão alguma para se tirarem fotografias tortas, com horizontes inclinados, mal enquadradas, com pouco contraste. Qualquer amador (nos quais me incluo) pode aceder a sistemas de "arranjo" de fotografias. Não se trata de photoshops profissionais de manuseamento complexo. Há na net vários software de arquivo e, simultaneamente, de "arranjo", com download gratuito. Por exemplo, o Picasa. E não me venham com a história da "autenticidade". Eu sei exactamente o que tiro, já a contar com o arranjo posterior. Neste caso, o varal estava a uns 300/400 metros. Estiquei o zoom ao máximo. Nunca poderia ficar perfeita. O arranjo transformou-a exactamente como eu queria. Este varal saiu hoje no VARAL DE IDEIAS.
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