
Ainda em 1978, Myra expõe de novo na Petite Galerie do Rio de Janeiro. Volta a reencontrar o seu irmão. Um reencontro no verdadeiro sentido da palavra. Uma comunicação total, onde não falta a ternura. Myra entende que o irmão será sempre e para sempre o grande amor da sua vida. Um amor fraterno, pessoal e intransmissível. Um amor eterno.
Em 1979 Myra regressa a Xalapa. Trabalha compulsivamente e expõe quase quarenta obras no Museu Alvar e Carmen T. Carillo Gil. Nesse ano participa, ainda, em três colectivas: Solidariedade com a Frente Sandinista, na Galeria La libertad; Xalapa Ver; Museu de San Carlos, na Cidade do México.
Enquanto o seu trabalho de pintora prossegue, Myra sente vontade de escrever. Sempre se sentira uma escritora frustrada. Um dia, talvez por excesso de depressão, farta de nada mais fazer do que pintar, Myra dirige-se ao semanário de Xalapa “Ponto à Parte” e apresenta um artigo seu ao Director, Froylán Flores, segura de que vai ser recusado. Ele aceita-o para surpresa de Myra e inicia-se uma colaboração duradoura.
(continua)
2 comments:
E a saga continua !
E as obras-primas da MYRA LANDAU sempre para nosso deleite.
Fascinante jornada!
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