Portugal continua a ser um país de touradas. A Festa Brava mantém os touros em estado selvagem. São bravos até ao momento épico em que entram na arena. A humilhação vem depois. Pegas de caras, de serenelha. Bandarilhas cravadas. Farpas espetadas. Cortam as orelhas. Cortam o rabo. Sangue a escorrer. Tudo muito "cretense". Tudo muito Minotauro. Tem gente que se insurge. Espectáculo bárbaro. Outros apoiam. Acham arte. Eu francamente não sei. Mas sempre vos digo: a sopa de rabo de boi é uma delícia.
30.7.11
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10 comments:
Essa necessidade de dominar os instintos selvagens, vem de longa data.
bjs
o que eu gosto (não gosto do espectáculo) é dessas praças de touros desmontáveis (ou quase!) que vemos pelo país a levar a festa brava ao povo!
isso, e as santinhas de Fátima com a lanterninha de azeite nas tasquinhas de estrada...
eu detesto.
Tradições...
Não gosto nem desgosto!Nada me impele a ir assistir!Sabes o que aprecio? As roupas do(a)s cavaleiro(a)s. Sempre brilhantemente bordadas, com vidrilhos swarovsky! Lindas!
Jinhos
As touradas são um espectáculo bárbaro !!! Detesto e acho que deveriam ser proibidas...Não há justificação para o sofrimento e humilhação de seja que ser vivo fôr !
Fernanda
Última frase----humilhção seja de que ser vivo fôr !! ----
bjs F
Um espetáculo popular com seus dias contados! Hoje a vida dos animais é mais protegida do que dos humanos! Ficará o bronze, como memória desse tempo. Mas o rabo continuará a ser comido por um longo período! srsrs
Jorge, estou como tu: não sei o que pensar (a não ser da tal sopinha).
As corridas de touros fazem parte do nosso imaginário colectivo há tanto tempo que... mas... pois. Sangue é sangue. Lembro-me de ser miúdo e ficar aterrorizado com um filme que vi numa sessão da tarde de um Domingo qualquer em casa dos meus avós. Era o "Sangue na arena" e o toureiro morria no final, um drama do caraças! Nunca assisti ao vivo, não gosto de sangue (nem sequer na cabidela).
nunca ssisti, e nem quero!acho uma coisa horrivel!
Tentando responder a todos: detesto touradas. Mas que posso fazer... E de facto há um fascínio no traze de luzes.
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