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4.5.16

ELOGIO AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

Estou a escrever um livro que implica muitas e diversas consultas. Tenho ido a Conservatórias, Registos Comerciais e Registos Prediais, Arquivos Municipais e até à Torre do Tombo. Contactos pessoais, telefónicos, pedidos de certidões e de documentos digitalizados. Em todo o lado tenho sido profissional e competentemente atendido, de forma educada, atenciosa e interessada. Há uma vontade de agradar, de satisfazer o cliente e de resolver dificuldades que parecem inultrapassáveis. Uma quase cumplicidade com o putativo autor. Deixo aqui o meu testemunho de muito apreço e a certeza de que não será por eles que o livro não é editado.

22.11.14

RE LER EM NOVA OEIRAS





Ontem foi apresentado o meu livro Post It pela Maria Justina Imperatori, com leituras da Lénia Real. Foi inaugurada uma pequena biblioteca RE LER que fica à disposição gratuita dos moradores. Tudo se passou nos Correios da Maria, que, mais do que um simples posto de correios, presta um serviço cultural à comunidade. Uma frequência que me surpreendeu, pela quantidade e qualidade. Ainda houve tempo para umas castanhas com jeropiga e bailarico. O tempo ajudou e Nova Oeiras acontece... Obrigado a todos que ajudaram.

7.9.14

CONDICIONAMENTOS II

Era mais a questão filosófica que eu pretendia abordar: se o meio ambiente nos altera e em que medida. Nesse particular, quer os comentários da Li, quer do Eduardo, remetem para realidades diferentes. O Eduardo tem os dois mundos. A Li tem vivenda no meio do bulício de SP. Ambos têm dúvidas quanto a um relacionamento excitante só por andar sempre fora de casa. Até sou capaz de concordar, em especial face à insegurança e indiferença das grandes metrópoles.
Não é o meu caso. Viver numa moradia num sítio calmo que não é campo (é uma zona urbana), mas onde se deu privilégio aos jardins públicos e privados (tipo "cidade-jardim" de Corbusier) tem para mim, em especial no Verão, o prazer enorme de viver na rua. Saio constantemente. As portas para o jardim estão sempre abertas. Não há limites. Não há elevadores. Chaves. Entro e saio, passo para lá do portão, vou à pequena floresta em frente... As pessoas passam no jogging. Falo a muitos que conheço. Cumprimento os vizinhos. Almoço e janto na rua. É isto que acho me condicionou ao longo dos tempos.
Mas os comentários feitos pelo João, ultrapassam esta singela realidade. A tralha acumulada e as memórias boas ou más que estão presas à casa são difíceis de "sacudir". Seria para mim uma tortura passar na minha casa e saber que já não é minha. Uma moradia, talvez por ter terreno envolvente, talvez por ter as plantas que nos rodeiam e de que cuidamos, é mais do que um apartamento. É o nosso pedaço do mundo. Tem mais personalidade. Mais ligação. Concordo que racionalmente devia mudar. Por três razões: a casa é antieconómica; a idade não é amiga de vivendas; vou deixar um problema para os meus filhos resolverem. Ando a matutar nisto faz algum tempo e sei que algo terá de ser feito. Terei de reunir um conselho de família para decidir, mas não o posso fazer em vida da minha mãe. Por isso, para já resta-me curtir a vivenda.

5.9.14

CONDICIONAMENTOS

Morar numa vivenda é diferente de morar num apartamento. Ter vista para a serra é diferente de ter vista para o mar. Horizonte aberto, horizonte fechado. Vista longa, vista estreita... Da minha janela vejo verde a toda a roda. Estou cercado de plantas. Engolido por flores. Quase canibalizado pela vegetália. Se tivesse vista alta ou um apartamento em profundidade teria outra inspiração? E se tivesse prédios claustrofóbicos à frente seria outro eu? O habitat condiciona a nossa vida. A questão é saber se somos mais felizes. Se calhar morando num bairro cheio de cafés e lojas de comércio local conhecia gente interessante. Fazia amizades inesperadas. Tinha conversas estimulantes. Assim remeto-me a cortar ramos secos e plantas parasitas, vigiado por gatos de quintal. Como sabemos o que era melhor?

27.8.14

ALMOÇOS CÁ EM CASA






Foram chamuças de carne e caril de camarão para onze pessoas. O tiramisu estava de morrer e o melão não podia ser mais doce. Um almoço que acabou à 9 da noite. Tudo encomendado no Kaia Khalina, ali na Rebelva, um restaurante moçambicano que recomendo vivamente. O vinho era muito, a sangria ainda mais, os gins tónicos circulavam desmedidamente, o whisky era do bom e o cognac do melhor. Acabei na Água das Pedras, para variar. Para o ano há mais.

23.3.14

DIA INTERNACIONAL DA ÁRVORE

Ontem a minha neta plantou um freixo e um carvalho e sujou-se muito com terra. Foi um dia muito divertido e que ela vai recordar porque as árvores estão lá e ela vai poder visitá-las quando quiser.

8.3.14

APADRINHE UMA ÁRVORE EM NOVA OEIRAS

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A Associação de Moradores de Nova Oeiras sugeriu à CMO uma iniciativa conjunta, no sentido de promover a replantação de árvores que, ao longo dos anos, tiveram de ser abatidas por envelhecimento ou doença no bosquet de Nova Oeiras.  
As espécies a replantar serão cedidas pelos viveiros da Câmara, bem como o apoio técnico indispensável, sendo plantadas e apadrinhadas por moradores e alunos das escolas do bairro.
Trata-se de uma acção que, para além do inegável contributo para suprir as faltas existentes, dará aos moradores uma sensação de maior pertença ao bairro e contribuirá, seguramente, para a defesa e sensibilização para valores ambientais.
A acção decorrerá a 22 de Março, das 10h às 12h. O ponto se encontro será às 10h junto ao Parque Infantil (     Torre I) devendo os interessados inscrever-se através do e-mail: www.nspa@cm-oeiras.pt , telf: 210976565/7 ou nº verde: 800 201 205,  preferencialmente até ao próximo dia 19 de Março, indicando o número de participantes

17.12.13

NOVA OEIRAS ACONTECE




Ontem fizemos mais uma feirinha aqui no bairro. O dia estava absolutamente esplêndido e cada vez há mais gente. A crise faz juntar as pessoas e o Natal é quando um homem quiser.