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5.4.14
1.4.14
31.3.14
MADEIRA - RESTAURANTE O CACHALOTE (PORTO MONIZ)
Na Madeira a comida típica é muito específica. Muita banana e milho fritos (coisas que não aprecio), vinhos caros porque viajam do Continente (os vinhos locais são maus e quem quiser contestar que os beba). O peixe é de águas muito fundas, à base do espada preto, atum e gaiado, com claras limitações de escolha. As lapas são vagamente duras e sem gosto, se comparadas com amêijoas ou percebes que aqui não existem. Parece que a carne é excepcional, mas não tivemos tempo de atestar. Aliás, tenho para mim que, hoje em dia, a carne é igual em qualquer parte. A diferença está na maneira como se prepara. Já o peixe não.
30.3.14
29.3.14
28.3.14
MADEIRA - CABO GIRÃO
O Cabo Girão situa-se na Ilha da Madeira, a oeste do Funchal. É um promontório quase vertical com 589 m de altura disponibilizando uma magnífica vista para o mar, para Câmara de Lobos e para o Funchal. É o sétimo cabo mais alto Europa (atrás de Hornelen com 860 m, do Cabo Enniberg com 750 m, de Crouaghaun com 668 m, de Vixía Herbeira com 621 m, de Preikestolen com 604 m e de Slieve League com 601 m).
27.3.14
26.3.14
MADEIRA - JARDIM BOTÂNICO
A primeira vez que se mencionou a possibilidade de criar um organismo botânico na Madeira ocorreu em Maio de 1798, através de um documento que João Francisco de Oliveira havia enviado a Domingos Vandelli, director do Real Jardim Botânico de Lisboa, intitulado Apontamentos para se estabelecer na Ilha da Madeira hum viveiro de plantas e huma Inspecção sobre a Agricultura da mesma Ilha. Durante o século XIX vários cientistas e técnicos afectos à Botânica, tais como o naturalista alemão J.R. Theodor Vogel em 1841, o botânico austríaco Friedrich Welwitsch em 1852 e o naturalista barão Castello de Paiva em 1855, reforçaram a necessidade de ser criado um jardim botânico na ilha da Madeira, atendendo às suas condições climatéricas, importância botânica e potencialidades florísticas. Em Abril de 1950, a primeira Conferência da Liga para a Protecção da Natureza, realizada no Funchal, culminava com um parecer que seria um importante impulso para a criação de um jardim botânico na ilha. Foi durante a presidência de António Teixeira de Sousa, iniciada em 1951, que a Junta Geral adquiriu a Quinta do Bom Sucesso com a finalidade de albergar o Jardim Botânico. Fundado pelo engenheiro Rui Vieira, o Jardim Botânico da Madeira foi inaugurado a 30 de Abril de 1960. Ao longo dos tempos o Jardim Botânico foi crescendo em área, começando com uma superfície de pouco mais de 10 hectares até aos actuais 80 hectares, através da aquisição de terrenos confinantes a este. Actualmente o Jardim Botânico da Madeira é propriedade do Governo Regional.
24.3.14
23.3.14
22.3.14
21.3.14
FUNDO PARA VIAGENS
Quase
a sair da ilha da Madeira, começo a pensar na reportagem para fazer
aqui no blogue e no Facebook. Talvez seja presunção minha, mas
partindo do principio que os meus posts de viagem agradam aos meus
leitores, pensei numa solução que seria do interesse de todos.
Basicamente seria assim: eu viajava e vocês pagavam. Criava-se um
fundo de viagens, um crowdfunding, um saco azul, uma Fundação, sei
lá... Vocês ficavam confortavelmente em casa, agarrados aos vossos
computadores, sentindo a excitação da partida, enquanto eu me
esfalfava na canseira dos aeroportos, dos check-in apressados, as
esperas e atrasos, na correria dos bus turísticos, nas filas para os
museus, nos restaurantes barulhentos de comida mais que duvidosa. É
que tudo isto sai caríssimo. Acabo por me deslocar a sítios que não
quero, enfrentar curvas perigosíssimas, pairar em vertigens de
terror inaudito, comer coisas altamente exóticas só para vos poder
regalar com meia dúzia de fotos e umas sucintas linhas
explicativas... e ainda tenho de pagar. Acresce que com o vosso
financiamento a minha responsabilidade seria outra. O meu empenhamento
passaria a ser absolutamente profissional. Provaria todos os vinhos possíveis
e imaginários e comeria todas as iguarias indígenas só para poder
opinar. Esgotaria todas as igrejas só para vos descrever capiteis
flamejantes de gótico resplandecente no barroco perfeito da talha
dourada. Experimentaria compulsivamente todo os hotéis de cinco
estrelas só para aferir a dureza do colchão. Mergulharia todas as
piscinas aquecidas em jacuzzi de banho turco. Escapadelas nocturnas e
rapidinhas de ocasião. E garanto-vos que nenhuma paisagem escaparia à
minha objectiva atrevida... Que me dizem?
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