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8.8.12

PORTO - ADEUS



O Porto não tem fim. Acaba onde começa e volta a recomeçar. Podíamos falar das "tripas à moda do Porto". Da sua origem medieval. Da cidade Invicta. Das gentes laboriosas do norte. Da Ribeira. Da Casa da Música. Das pontes para a outra margem. Podíamos investigar porque embirram com os "mouros" ou porque são maioritariamente de direita. Podíamos muita coisa... O Porto não tem fim. Por isso deixamos estas imagens singelas do majestático Parque de Serralves e despedimo-nos até próxima oportunidade.

PORTO - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA XIX


7.8.12

PORTO - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA XVIII

Uma das peças mais interessantes do acervo do MAC era esta instalação sem nome nem autor. Percebi, depois, que se tratava de um verdadeiro extintor e da respectiva mangueira. Atrás de mim muitos turistas fizeram fila para obter um instantâneo desta maravilha contemporânea. Fica a despedida de um museu que tem incendiado a vida cultural do país. Destes fogos podem vir muitos.

PORTO - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA XVI

6.8.12

PORTO - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA XV


PORTO - BUFFET DE ARTE MODERNA


Blogger João Menéres said...

Imagine que àquela hora ( já passava das 14:30 ) ainda estava em jejum !

Servem bem e são atenciosos. Também almoçou lá ?

2.8.12

ARTUR BARRIO


Artur Barrio (Porto, 1945) regressa ao Museu de Arte Contemporânea de Serralves com a exposição “… navegações/divagações … por entre escolhos e baixios …”, que inaugura no próximo dia 13 de Abril de 2012. A obra de Barrio surpreende pelo modo como o artista constrói situações efémeras onde a experiência da vida e da arte se cruzam na subversão do lugar de apresentação da obra de arte e no desafio à condição do espectador. Este vê-se provocado a abandonar a sua passividade e a descobrir e a interpretar cada projecto do artista como uma experiência física e conceptual que ampliará a sua percepção e conhecimento do mundo. Em muitos projectos de Barrio, materiais orgânicos perecíveis como o pão, o peixe, a carne, o vinho, a água e o café são combinados com textos, desenhos e fotografias na proposição de novas experiências do sensível e do cognoscível. O lugar, o tempo e os discursos da arte são muitas vezes objecto de crítica nos trabalhos do artista, quando desvinculados de uma experiência humana do mundo que conjugue de modo singular a simplicidade dos elementos e a complexidade das ideias.O artista tem desenvolvido um modo muito pessoal de documentar as suas acções e situações através de registos como o texto, a fotografia, o livro de artista, o filme ou o vídeo. Essa relação muito particular entre o registo e a situação que o origina tem vindo a ser reconhecida em múltiplas exposições internacionais onde o seu trabalho tem sido apresentado. Sendo um dos protagonistas de um contexto artístico que, no Brasil, contribuiu decisivamente para uma crítica do modernismo e uma redefinição da obra de arte, a obra de Barrio tem sido divulgada internacionalmente, desde a célebre exposição “Information”, que o MoMA apresentou em 1970, até às suas mais recentes participações na XI Documenta de Kassel em 2002, na 29ª Bienal de São Paulo (2010) ou na 54ª Bienal de Veneza (2011), onde representou o Brasil. O Ministério da Cultura de Espanha agraciou-o em 2011 com o Prémio Velásquez, pela sua “poética radical”, na qual se verifica “a aparição de uma beleza inesperada”.O regresso de Artur Barrio a Serralves constitui também um regresso à apresentação do seu trabalho no Porto, cidade onde nasceu em 1 de Fevereiro de 1945. Entre Portugal e o Brasil, entre a Europa e a América do Sul, a vida e a obra de Artur Barrio conjugam também a errância, a viagem, o oceano e a constante redescoberta de si e dos outros, por quem é muitas vezes visto como português no Brasil ou como brasileiro em Portugal. O Museu de Serralves tem, desde a exposição “Regist(R)os”, realizada em 2000, até hoje, continuado a trabalhar com o artista, desde o projecto gorado de uma viagem de navegação entre o Rio de Janeiro e o Porto até esta próxima exposição “… navegações/divulgações … por entre escolhos e baixios …”. Artur Barrio irá agora “fazer sua” a sala central do Museu de Serralves, reinventando-a com um novo projecto especificamente concebido para este espaço, que o artista irá transformando ao longo de várias semanas, antes e depois da sua abertura ao público. 14 de abril a 1 de julho de 2012

PORTO - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA I