31.7.13
30.7.13
AINDA O PUDIM
Puddings, cakes ou biscuits. Os pudins antigos são apresentados em forma de massa sólida, constituída pela mistura de vários ingredientes unidos por uma liga que pode incluir farinha de trigo (como no Pudim de Yorkshire), sangue (pudim preto), ovos (pudim de pão ou pudim francês) ou uma mistura de gordura e farinha ou algum outro cereal (pudim de ameixa). Estes tipos de pudim podem ser assados, cozidos ou fervidos. Este tipo ainda é comum em vários lugares, especialmente na Grã-Bretanha, e pode ser o prato principal de uma refeição ou apenas a sobremesa. Como prato principal, os pudins cozidos eram uma refeição comum a bordo dos navios da Marinha Real nos séculos XVIII e XIX e era o modo usual pelo qual as rações diárias de farinha e gordura eram preparadas e distribuídas pelos marinheiros. Em Portugal era mais bacalhau. Por isso ainda temos o "pudim de bacalhau". Assim, longe de se pensar que o pudim é apenas um doce, o pudim é uma agregação de nutrientes calóricos que se conserva fora do frio por vários dias. Sem pudim não havia "Commonwealth".
29.7.13
28.7.13
ESTÁ TUDO MALUCO?
A rua mais bonita do mundo fica em Porto Alegre, Brasil.
Publicado em 28 de Julho de 2013.
Na cidade brasileira de Porto Alegre, a Rua Gonçalo de Carvalho consiste numa avenida arborizada com 500 metros de comprimento que poderia muito bem entrar para o ranking de rua mais bonita do mundo. As árvores tipuanas ocupam ambos os lados da estrada, criando um arco verde que se assemelha a uma floresta no meio da cidade.
As árvores ao longo da rua foram plantadas na década de 1930 e têm tomado a forma de uma cobertura que proporciona sombra aos transeuntes ao longo dos últimos 70 anos, informa o Inhabitat. Visto de cima, parece que uma floresta penetrou por entre todos os espaços vazios entre os prédios urbanos.
As tipuanas são nativas da América do Sul e podem atingir mais de 30,5 metros de altura. As suas extensas raízes são conhecidas por danificarem ruas, passeios e casas próximas, mas a construção de valas especiais pode evitar tudo isso.
Há notícias surpreendentes. Árvores que dão cabo da cidade com as raízes e têm flores amarelas que sujam as ruas... As cidades são para ser florestas ou para serem cidades? E é a mais bonita porquê? Só por ter árvores? Estou confuso...
27.7.13
COMENTÁRIOS QUE VALEM UM POST
Anonymous said...
Eu, guarda-sol, digo-lhe o seguinte:
Não tenho medo! Medo tem o sol, que contrata os meus serviços para guardá-lo, para protegê-lo. Não tenho medo das marés e se elas me levarem, viro-me ao contrário, transformo-me em barquinho e posso atravessar oceanos. Nuca estou só e não sofro de solidão. Ainda que os meus donos me abandonem no areal, tenho a companhia do vento, do céu e daquela toalha colorida que sempre fica a marcar lugar. Sou livre e basta olharem para as minhas cores para verem como sou alegre, sem cinzentos, e não me associo a invernos. Tenho sempre cara de verão. Gosto do que faço. Gosto de oferecer minha sombra à criança de bochechas vermelhinhas, cobertas de creme Nívea, ou à velhota que se sentiria muito mais feliz a espreitar atrás da cortina do que ter ido à praia num dia de calor abrasador. Tenho vista aérea da morenaça que ajeita o bikini e do rapaz de corpo atlético que daria tudo para ser o bikini da morenaça. Sou feliz porque tenho muitos amigos e frequentamos todos os ambientes, dos mais requintados, dos resorts, aos mais singelos, em prainhas que não constam nos guias turísticos. Trabalho o verão inteiro e no inverno, enquanto vocês têm de sair, debaixo de neve, chuva, vento e frio, eu fico em casa, quentinho, aguardando o próximo verão.
Sou livre e feliz! Sou um privilegiado. Eu posso guardar o sol! Queria também poder guardar a lua, para ser um
:):):) Guarda-Lua :):):)
Não tenho medo! Medo tem o sol, que contrata os meus serviços para guardá-lo, para protegê-lo. Não tenho medo das marés e se elas me levarem, viro-me ao contrário, transformo-me em barquinho e posso atravessar oceanos. Nuca estou só e não sofro de solidão. Ainda que os meus donos me abandonem no areal, tenho a companhia do vento, do céu e daquela toalha colorida que sempre fica a marcar lugar. Sou livre e basta olharem para as minhas cores para verem como sou alegre, sem cinzentos, e não me associo a invernos. Tenho sempre cara de verão. Gosto do que faço. Gosto de oferecer minha sombra à criança de bochechas vermelhinhas, cobertas de creme Nívea, ou à velhota que se sentiria muito mais feliz a espreitar atrás da cortina do que ter ido à praia num dia de calor abrasador. Tenho vista aérea da morenaça que ajeita o bikini e do rapaz de corpo atlético que daria tudo para ser o bikini da morenaça. Sou feliz porque tenho muitos amigos e frequentamos todos os ambientes, dos mais requintados, dos resorts, aos mais singelos, em prainhas que não constam nos guias turísticos. Trabalho o verão inteiro e no inverno, enquanto vocês têm de sair, debaixo de neve, chuva, vento e frio, eu fico em casa, quentinho, aguardando o próximo verão.
Sou livre e feliz! Sou um privilegiado. Eu posso guardar o sol! Queria também poder guardar a lua, para ser um
:):):) Guarda-Lua :):):)
Vale a pena fazer posts quando se tem respostas destas. Uma visão sensível de um objecto sobre o qual já escrevi muito e que me fascina. Obrigado pelo texto.
TENHAM PENA DOS GUARDA-SÓIS
Ficam sozinhos no areal. Abandonados prelos donos. Receio da maré que pode subir intempestivamente. Medo de roubos por quadrilhas de praia. Um responsabilidade muito grande. A angústia de ficarem sós. Pavor de se esquecerem deles. De os desprezarem para sempre. É uma imagem arrepiante de praia. Dezenas de guarda-sóis gritando pelos donos que foram no passeio matinal pelo areal ou almoçar alarvemente. Por isso muitos se rebelam e não se deixam atar. Outros não se deixam espetar. Outros, ainda. teimam em não querer entrar para o saco. Muitos levantam com o vento. Todos querem aprender a voar. Prender um pano a uma estaca e impedi-lo de voar, é o mesmo que ter um cão e não o deixar ladrar. É repressão, hipocrisia e maldade. Ouçam o meu apelo: libertem os guarda-sóis!
26.7.13
25.7.13
24.7.13
23.7.13
22.7.13
21.7.13
20.7.13
INDUVIDAVELMENTE
Será que fechei o carro?. Volta atrás. Sim, está fechado. Claro que está fechado. Sigo. Espera lá, mas onde meti as chaves? Pára tudo. Não estão no bolso. No saco de praia? Ah, meti na pochette. Vamos embora. Mas onde enfiei os óculos escuros? Pronto, ficaram no carro. Volta atrás. Abre o carro. Nada! Irra, estão na minha cara. Fecha o carro. A ver se agora não me esqueço que carreguei no comando. Pik, pik. Pronto, está fechado. Saco de praia, cadeiras, toalhas, guarda-sol... Está tudo. Podemos seguir. Não acredito. Esqueci-me do boné. "Ó Fernanda, aguenta que esqueci o boné". "Tás parvo. Tens o boné na cabeça". Pik, pik. Abri o carro sem necessidade. "Tens as sandes?". "Simmmmmm...!". "E o creme solar?". "Simmmmmm...!!!" Pronto, agora sim está tudo. Chegamos à praia. Espeto o guarda-sol, armo as cadeiras, estendo as toalhas, meto o creme, como as sandes, bebo água e, de repente, vem aquela pergunta sinistra: "Será que fechei o carro?"
10.7.13
ENCONTROS EM BERLIM
Berlim tem cerca de 3,5 milhões de habitantes. Uma das maiores cidades da Europa. Uma área brutal. Uma cidade extensa, de avenidas intermináveis e gente sem fim. Tínhamos percorrido quilómetros naquele Domingo. De rua em rua. De museu em museu. De platz em platz. Eram quase oito da noite. Já só queríamos um táxi para voltar ao apartamento. De repente, ouço "Jorge". Alguém me chamava do alto de uma das pontes sobre o Spree. Era a Lina, o Helge e as filhas. Um encontro impossível de amigos luso-germânicos. Daquelas coisas que acontecem uma vez na vida. Acabámos à beira do rio a ver dançar tango, entre pizzas e copos de tinto. Com um abraço grande para eles, acaba aqui a minha expedição por terras alemãs. Vou a banhos...
9.7.13
"WIENERSCHNITZEL" - PRATER GARTEN
É um bife à Milanesa, ou seja, um bife panado. Aqui é servido com espargos brancos, que os verdes não são conhecidos.
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Ao entardecer
Foram-se todos embora
Em boa hora:
Os veranistas
O Sol
A ponte ficou ao abandono
Sem o Sol de agosto
E o desenho morreu