Acabámos hoje a nossa viagem por Macau. As fotografias do Roberto Barbosa, tiradas em 1985, guiaram-nos num breve encontro com a História, numa viagem impressionista pelo exótico e desconhecido oriente. O que acabaram de ver, foram as fotografias expostas em Bruxelas (a 3 de Dezembro) e o texto que integra o respectivo catálogo. Estou em negociações para fazer uma exposição semelhante em Lisboa e outra em Macau.
É muito estranho trabalhar com alguém que já morreu. Às vezes penso que se ele estivesse vivo nada disto seria possível. Ele era muito pouco dado a estas "mundanices". Não que fosse uma pessoa reservada ou tímida. Acho que era mais desinteressado. Alguém que não atribuía real valor ao que fazia. Que achava que era absolutamente normal. Que não merecia destaque. Sinto que, de certa forma, o estou eternizar em mim. E isso dá-me uma força extra. Quero aqui realçar o excelente trabalho do Carlos Costa, amigo e colega do Roberto no IADE, sem o qual nada disto teria sido possível.
Fotografia de José Maria T. da Rosa (1985).
É muito estranho trabalhar com alguém que já morreu. Às vezes penso que se ele estivesse vivo nada disto seria possível. Ele era muito pouco dado a estas "mundanices". Não que fosse uma pessoa reservada ou tímida. Acho que era mais desinteressado. Alguém que não atribuía real valor ao que fazia. Que achava que era absolutamente normal. Que não merecia destaque. Sinto que, de certa forma, o estou eternizar em mim. E isso dá-me uma força extra. Quero aqui realçar o excelente trabalho do Carlos Costa, amigo e colega do Roberto no IADE, sem o qual nada disto teria sido possível.
Fotografia de José Maria T. da Rosa (1985).



















